Nem mais!
A solução é o meu objectivo. Esquecer o problema e trabalhar a solução.
Talvez este entusiasmo me faça regressar em força. Embora não tenha grande inspiração para escrever, confesso que sinto falta do que sinto quando estou por aqui. Este pedaço é uma boa parte do meu ser o que faz de mim um ser incompleto. As palavras leva-as o vento, já dizia o outro, mas as minhas ficaram aqui gravadas. O bom filho à casa torna, é mais um dos ditos populares que se cola bem neste meu regresso.
Agora que tenho algo novo na mira, a vontade de partilhar cresce de dia para dia. É possível que não consiga manter o ritmo de outros tempos, mas de certo que haverá muito que contar.
Para já, vou ali focar-me na solução e...juro que volto, em breve!
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terça-feira, 12 de janeiro de 2016
terça-feira, 6 de outubro de 2015
O que diria Sigmund Freud?
É raro, lembrar-me com exactidão dos meus sonhos. Por vezes, a meio do dia, faço algo que me recorda de um momento que vivi no sonho, mas a maioria das vezes não me recordo.
Hoje, acordei de madrugada a fazer beicinho, literalmente. Sabem como é? Quando o queixo nos treme por mal conseguirmos conter o choro? Do sonho para a realidade trouxe, não só a vontade de chorar, mas também um enorme aperto no coração. Recordo-me perfeitamente do momento em que o sonho foi interrompido... recebi um abraço. Um abraço forte, apertado. Senti o calor do peito dele no meu, do cheiro doce, suave, que lhe conheço há anos. Ouvi a sua voz, quente, firme, decidida, junto ao meu ouvido. A satisfação deste abraço, comoveu-me de tal forma que me fez acordar em prantos. O sentimento era de saudade, acima de tudo, saudade. Deixei-me ir e chorei até sossegar o meu coração. Acabei por voltar a adormecer, envolvida pela única luz residente aquela hora da madrugada, o luar.
Hoje, acordei de madrugada a fazer beicinho, literalmente. Sabem como é? Quando o queixo nos treme por mal conseguirmos conter o choro? Do sonho para a realidade trouxe, não só a vontade de chorar, mas também um enorme aperto no coração. Recordo-me perfeitamente do momento em que o sonho foi interrompido... recebi um abraço. Um abraço forte, apertado. Senti o calor do peito dele no meu, do cheiro doce, suave, que lhe conheço há anos. Ouvi a sua voz, quente, firme, decidida, junto ao meu ouvido. A satisfação deste abraço, comoveu-me de tal forma que me fez acordar em prantos. O sentimento era de saudade, acima de tudo, saudade. Deixei-me ir e chorei até sossegar o meu coração. Acabei por voltar a adormecer, envolvida pela única luz residente aquela hora da madrugada, o luar.
Deixo aqui uma música que podia ter sido a banda sonora do meu sonho: Healah Dancing do Album Romantic Works de Keaton Henson (ouvir aqui).
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
terça-feira, 30 de setembro de 2014
sexta-feira, 27 de junho de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
domingo, 1 de dezembro de 2013
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
domingo, 27 de novembro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
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