
No dia 29 de Setembro fui ao Centro Cultural Olga Cadaval ver dança contemporânea.
Dois. Um espectáculo de dois intérpretes, pensado a partir da ideia de Romeu e Julieta, em que os acessórios são considerados supérfluos, para enfatizar o essencial do encontro entre os dois.
Encontros e desencontros, o momento em que se conhecem formando entre eles um labirinto, os sons, as cores, as fotografia… como se tudo se passasse no íntimo de cada uma das personagens e não sendo assim necessário um interlocutor exterior para revelar o que entre eles existia.
Um bailado de dois corpos que transparecem sentimentos. A harmonia entre dois, os gestos, as mãos. Não foi preciso uma só palavra. Um amor impossível.
Sintra faz com que tudo se torne ainda mais intenso.
A noite que cai sobre a serra trazendo gotas de orvalho, frescas, vivas. A lua que paira sobre o místico castelo…
Um bom momento nas melhores companhias.
Estão são as noites que desejo repetir muitas e muitas vezes.
Dois. Um espectáculo de dois intérpretes, pensado a partir da ideia de Romeu e Julieta, em que os acessórios são considerados supérfluos, para enfatizar o essencial do encontro entre os dois.
Encontros e desencontros, o momento em que se conhecem formando entre eles um labirinto, os sons, as cores, as fotografia… como se tudo se passasse no íntimo de cada uma das personagens e não sendo assim necessário um interlocutor exterior para revelar o que entre eles existia.
Um bailado de dois corpos que transparecem sentimentos. A harmonia entre dois, os gestos, as mãos. Não foi preciso uma só palavra. Um amor impossível.
Sintra faz com que tudo se torne ainda mais intenso.
A noite que cai sobre a serra trazendo gotas de orvalho, frescas, vivas. A lua que paira sobre o místico castelo…
Um bom momento nas melhores companhias.
Estão são as noites que desejo repetir muitas e muitas vezes.

