



Sim, eu sei! É caro. Mas eu não me importo de pagar quando sou bem servida e desde a primeira vez que aqui fui cortar o cabelo nunca mais consegui ir a outro sitio. 


Como é possível que ainda não tenha comido um prato de caracóis este ano?









A minha capacidade de raciocínio está perdida. Não consigo estabelecer ordem no meu pensamento. Existe uma anarquia entre o que penso e o que sinto, é como se me conseguisse soltar do meu corpo e de longe me visse lutar contra mim própria.
Sempre que vou fazer uma "sessão fotográfica" há sempre uma foto que me apaixona...de muitas que tirei, esta é sem duvida a minha favorita.
Até agora sempre resisti à “tv paga” mas não dá mais. Tenho de dar a mão à palmatória e sem piar aceitar que isto vai mudar a minha vida. É certo que não vejo muita televisão mas ainda assim, das poucas vezes que me sento a ver o Canal 2, fico irritada com a imagem péssima que é transmitida pela antena foleira que tenho no telhado. Não fosse ter uma televisão xpto e a coisa até passava mas assim é um dó de alma.
Assim, acabaram-se os soluços de imagem em noites de ventania. Acaba-se a cena de trazer o telefone do vizinho de baixo (long story…lol) para receber chamadas e por fim posso descartar a trampa da Internet móvel. Não há pachorra para tanto "crachanço"….nem vídeos do youtube consigo ver em condições.
Sim, rendi-me a um desses pacotes de TV+NET+VOZ. Sim, vou pagar para ver televisão.
Mas atenção…agora ninguém me agarra.



Tu mereces muito mais que isto, mas deixa-me começar por algum lado.
Podia dizer mil vezes obrigado e ainda assim estaria em divida. As palavras não chegam.





Foram apenas dois dias mas soube muito bem. 
Vem aí um rapazola para tomar conta da família. Depois de duas filhas e uma neta a minha mãe vai finalmente poder mudar as fraldas a um gajo.
A minha irmã receia o facto de ser rapaz, tem medo de não saber tomar conta dele no que diz respeito às questões masculinas mas isso passa-lhe no primeiro mês. Talvez lhe faça diferença por ter tomado conta da sobrinha, menina. Em vez do rosa, nasce o azul, em vez dos laços, ficam os bonés.
Pois é, eu vou ser tia. Parece que já o oiço a chamar por mim: Tia Marta!

Toneladas e toneladas de trabalho para fazer. Muitas reuniões, muitos processos pendentes, algumas reclamações, muitos pedidos de contacto. Orientações, objectivos e mais uma série de papeis para entregar. Momentos de acolhimento, outros de despedida. Planos de contingência e recuperação de negócio. Paletes, paletes de trabalho e no final do dia ainda levo com um bacalhau seco que me tira do sério. Pfuuuuu. Não há condições.
Depois ainda me perguntam se estou cansada? É pá, sim! Eu até me considero workaholic mas não me obriguem a aturar embalagens vazias. Para essas, simplesmente, não tenho pachorra.




Meus caros...