
Olho-te pela janela Lua.
Estás longe, tão longe.
Queria que estivesses mais perto.
Queria poder abraçar-te.
Queria poder repousar em ti e deixar-me levar pelo branco da tua luz.
Já estive tão perto outrora.
Vivi sobre o teu poder cósmico e era para ti um astro rei.
Perdi-me na imensidão do teu universo.
Vejo-me longe, sugada por um buraco negro de onde não consigo sair.
Atrevo-me a espreitar-te todas as noites e a admirar o teu luar, o teu beijo sobre o Tejo.
Mas de longe, de muito longe.
Ai a lua, a lua...
ResponderEliminara minha Lua...
ResponderEliminarMas a Lua tem uma fantástica capacidade de estar longe e sempre presente, quase à mão de semear. É que as distâncias são uma invenção das escalas... ;)
ResponderEliminarEu sei Canela, eu sei...mas sinto falta de uma presença constante...uma presença mais terna.
ResponderEliminarPreciso da sua Luz próxima de mim para me tranquilizar.
;) bjs
Marta, queria comentar o "Ponto Final" mas não consigo. Como tal recorro a este post. Em vez de entenderes o que estás a passar como um ponto final, encara-o como uma reticência, mas faz alguns "ponto, parágrafo, travessão" de forma a não deixares pendente questões que assim não podem ficar. Agradeço as tuas palavras que conforto e lembra-te que: "quando algum de nós fugir ou simplesmente for embora lembra-te que as folhas do Outono, não caiem porque querem, mas porque é chegada a hora".
ResponderEliminarTudo na vida se resume a fases, a ciclos,e tudo tem o seu tempo.
Baijinhos
Compreendo o que escreves mas...preferia não ter de passar esta fase. Atá porque sinto-a mais como algo que não tem volta. É agora uma história passada,uma história que acabou mal. Nada devia ter sido assim.
ResponderEliminarBeijos e obrigado pelo apoio.