
Já tinha saudades deste cheiro. Do frio da noite do campo que me obriga a abraçar um agasalho. Lá fora está escuro e as estrelas iluminam o céu com o seu cintilar. Cai o orvalho sobre o verde que em breve se irá converter nos castanhos do Outono.
Não resisto e sento-me no banco da entrada. Tranquilamente fumo um cigarro. Já se consegue sentir o cheiro das lareiras que à noite são ateadas com ramos secos de um Verão que nos deixou. Os sons nocturnos são familiares e com o vento chega o cheiro da madressilva que se debruça sobre o muro da entrada. Fecho os olhos e deixo que o vento me segrede ao ouvido. Roça-me os cabelos e gela-me os ombros. Sem dúvida, o Outono chegou.
Sei que em breve estaremos juntos e é essa certeza que me deixa com o sorriso que trago comigo. Este sorriso chega de uma forma serena, chega com a mudança do tempo, que espero sinceramente que nos traga boas novas. Foi o Abril que nos deu a liberdade, foi esse o mês que nos aproximou de tal forma que hoje não me vejo sem te ter do meu lado. Estamos a crescer e neste momento, mesmo sem dar por isso, caminhamos juntos de mãos dadas, no mesmo sentido. As folhas que caem não são folhas perdidas, são folhas de um passado que nos ajuda a escrever um futuro.
Não resisto e sento-me no banco da entrada. Tranquilamente fumo um cigarro. Já se consegue sentir o cheiro das lareiras que à noite são ateadas com ramos secos de um Verão que nos deixou. Os sons nocturnos são familiares e com o vento chega o cheiro da madressilva que se debruça sobre o muro da entrada. Fecho os olhos e deixo que o vento me segrede ao ouvido. Roça-me os cabelos e gela-me os ombros. Sem dúvida, o Outono chegou.
Sei que em breve estaremos juntos e é essa certeza que me deixa com o sorriso que trago comigo. Este sorriso chega de uma forma serena, chega com a mudança do tempo, que espero sinceramente que nos traga boas novas. Foi o Abril que nos deu a liberdade, foi esse o mês que nos aproximou de tal forma que hoje não me vejo sem te ter do meu lado. Estamos a crescer e neste momento, mesmo sem dar por isso, caminhamos juntos de mãos dadas, no mesmo sentido. As folhas que caem não são folhas perdidas, são folhas de um passado que nos ajuda a escrever um futuro.
(...) Já se consegue sentir o cheiro das lareiras que à noite são ateadas com ramos secos de um Verão que nos deixou.
ResponderEliminarJá se consegue sentir o perfume da tua escrita outonal, amiga Marta!
Beijinhos
e hoje até choviscou! :-)
ResponderEliminarE que tal deixar de ser bipolar e aproveitar a chegada do Outono a 100%?
ResponderEliminarLOL.
Beijos. Serás sempre o SOL, quer no Verão, quer no Outono.
Um texto bastante nostalgico e doce, continuo a gostar das tuas palavras.
ResponderEliminarUm beijo
O Abril também me aproximou...mas o Outono separou...
ResponderEliminarOxalá que seja sempre assim para ti!!!
Devias sorrir sempre. O ano todo.
ResponderEliminar:)
ADORO o cheiro da terra.
ResponderEliminarSinto, sei, pressinto que és uma pessoa muito especial! Beijinhos também para ti e aproveita o fim-de-semana.
ResponderEliminarAi, Marta, que texto tão lindo!
ResponderEliminarO Outono é mesmo assim: belo naturalmente e cheio de melancolia na alma. Afinal, as folhas caem das árvores pelo natural estado de renovação vegetal. E a nós, seres humanos especiais, traz-nos a renmodelação à alma. Ficam as árvores despidas, mas enche-se o chão de tapetes de cores-terra. O que é um feito tão belo.
E belos estão os teus sentimentos.
Que bom que transpiras serenidade e acreditares no teu/vosso futuro!
beijo imenso, querida! :)
que valia a nossa vida sem essas folhas que caem...
ResponderEliminarbeijo vagabundo
Fernando,
ResponderEliminarEste perfume vem de dentro do meu peito.
Chega envolvendo as palavras num aroma fresco e adocicado.
Um beijo para ti.
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Aluada,
Choviscou mas o calor teima em ficar.
Beijos
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Limão,
Tu conheces-me melhor que ninguém e sabes bem que estes altos e baixos já são normais em mim. Mas também sabes que brilho sempre que posso, e os meus raios chegam sempre até ti.
Um beijo enorme.
Love ya!
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Nelson,
Obrigado e a porta estará sempre aberta neste meu canto para receber a tua visita.
Beijos.
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Narrador,
Lamento que o Outono tenha chegado para vos separar, mas será que até ao Inverno isso não muda?
Beijos
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A,
Eu tento sorrir sempre, mas às vezes a dor que trago no peito não me deixa.
Mas eu sou teimosa e vou buscar o sorriso onde o perdi e volto sorrindo.
Beijos
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Luís,
É m cheiro doce…
Beijos
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Fernando,
Obrigado pelas tuas palavras, de hoje e de sempre.
Um bom fim-de-semana para ti também e…boas fotos!
Beijos
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OE
É assim…o momento é de suspiro por toda a parte. Existe nome para isto certo?
Beijos
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Poeta,
A verdade é mesmo essa.
Beijos
Muito bonito...
ResponderEliminarAtenta às minhas palavras...
ResponderEliminarSinto-te a voar... isso é bom!
kiss
Oxi,
ResponderEliminarBem-vinda e obrigado.
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Guardador,
Eu abro a assas e sinto-me voar…
O resultado é o sorriso que trago comigo!
Bjs
O cheiro da terra molhada tenho-o sempre presente, excepto as folhas que tambem só caem no Outono.
ResponderEliminarLIndo texto, a tempo frio trouxe-te uma bela inspiraçao:)!!!
Beijocas
A mudança do tempo faz-me escrever…seja o calor ou o frio…
ResponderEliminarEsta época parece triste mas traz um cheiro doce.
Beijos