quarta-feira, 18 de junho de 2014

Quem as viu e quem as vê...


Tenho a sorte de trabalhar num local que tem refeitório à disposição dos trabalhadores. Com a crise que se sente, nada melhor para apaziguar a dor da carteira, já que os preços são bem mais em conta. As meninas do refeitório, penso que me é permitido apelida-las assim, estão sempre vestidas de com uma bata imaculadamente branca e uma touca na cabeça. Para mim, as meninas do refeitório são sempre as meninas de bata branca e touca na cabeça. Não as conheço de outra forma.

Um destes dias, apanhei algumas delas à entrada a fumar. Mal as reconheci, sem as suas virtuosas batas brancas. A maioria, de cabelos longos, e com um traje casual, pareciam meninas de escola em vez das meninas do refeitório. Algumas, até parecem mais jovens, muito mais jovens. É normal que tenha ficado de boca aberta alguns segundo, tal foi o espanto. Afinal, o hábito *não faz* o monge.

Imagens retiradas da net e manipuladas por mim.

5 comentários:

  1. Oh, as pessoas são uma coisa no trabalho e outra coisa na sua vida. :D

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    1. Sim, estas são um bom exemplo disso :)

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  2. Penso que o uniforme produz muita diferença, tendo em vista os médicos, os pilotos e comissários de bordo, e principalmente os militares. Por de trás da batina de um padre, tem um homem.

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    1. É isso mesmo Carolina. Talvez por isso eu não seja grande apreciadora de fardas, batas e afins. Mas isto sou eu, que sou meio ranhosa :)

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  3. Eu noto isso é nas senhoras do ginásio quando estão "desiquipadas". É uma grande diferença!

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