quinta-feira, 9 de julho de 2009

O dia morre em mim.


Hoje cheguei a casa e pensei em sentar-me no telhado, olhei para o local onde te levei naquela noite, ainda estás lá, como em cada outro canto da casa. Juro que por vezes parece que ainda sinto o teu cheiro em mim. Fecho os olhos e consigo identificar o gosto do teu beijo, o calor do teu corpo. Sinto um vazio enorme dentro de mim. Leio e releio a tua última mensagem. Vivo-a com intensidade e suspiro profundamente. É inevitável sentir a tua falta.
Cresço por fora e mirro por dentro. Olho as fotos na parede e deixo que a brisa passe por entre os meus cabelos derrubando-me as lágrimas que teimam em correr-me o rosto. Penso e não concluo nada, perco-me num mundo que não é meu. Talvez nunca tenha sido. Visito os locais agora abandonados mas que em tempos nos aproximaram. Leio-nos à espera de encontrar um final feliz mas a realidade é cruel. Nem a música me tira deste estado. O dia morre em mim.


4 comentários:

  1. Vou por...agora vou tirar...agora vou por outra vez...
    Estava difícil chegar a uma certeza!!!

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  2. Pois...eu também estava assim antes de postar ;) mas tu, melhor que ninguém, sabes como eu sou...

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  3. Infelizmente tenho esse desprazer!
    Há pessoas que têm um karma negativo agarrado a um dos seus tornozelos...tás a ver onde quero chegar?
    Lolol.

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  4. Olha agora...
    Deixa, vais pagar isso bem caro...

    Em nome da Lua vou castigar-te!

    (**,)

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