domingo, 23 de dezembro de 2007

Doce…


É doce este momento.
Sinto borboletas no estômago...
É um estado de graça…um momento doce.

Sinto-me feliz…
Por ter a oportunidade de ter conhecido esta pessoa que me faz rir, que me tranquiliza.
Que me trouxe de volta o sorriso envergonhado, o olhar perdido.
Sabe-me bem fechar os olhos e recordar momentos genuínos.

Este ano acaba com um gosto doce…

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Turn over


Há alturas na vida que nos é exigido alguma reflexão.
Este é um desses momentos.
Por mais que tente não consigo deixar de fazer contas de cabeça.
A minha grande questão é: como é que se passa de bestial a besta do dia para a noite?

Depois de algumas dúvidas chego à triste conclusão que a rápida mudança deve-se ao facto de nunca ter sido sequer bestial. Em vez disso existia apenas uma besta camuflada.

Está é sem dúvida a verdade.

Crua e nua

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Beco sem saída.


Sinto-me assim…sem saber por onde fugir.

Sei perfeitamente o que quero o que sinto, contudo custa-me desiludir os meus amigos, os verdadeiros amigos.
A minha primeira ideia foi responder prontamente: NÃO! Mas ainda há quem acredite em milagres de Natal.
Não entendo porquê! Não há milagres de Natal. Os milagres são precisamente como a época festiva….é quando o homem quiser. Ainda assim sei que nada será diferente do que já perspectivo, logo não haverá milagres.

É difícil fazer entender a minha posição.
É igualmente difícil dizer que NÃO.

Acho caricato o facto de todos me dizerem: Sim Marta, eu compreendo-te…sei como é difícil.

E depois pimba pedem-me para engolir o maior sapo do ano.

Enfim…já não teria piada se não fechasse o ano em grande.


Olha, é como diz o outro:

“Então e o que se pode fazer? Nada!”

domingo, 2 de dezembro de 2007

Fere mas não mata.




Dói-me saber que não sei agir.
Que paro no tempo,
Que não tenho forças.

Dói-me saber que não tenho para onde fugir.
Que não tenho saída,
Que não encontro caminho.

Dói-me saber que tenho o pulso fraco principalmente no que toca o coração,
Que sou demasiado sensível.

Dói-me saber que tudo o que vivemos foi pura ilusão,
Que estava enganada.

Dói-me uma dor acesa,
Que me rasga por dentro
Que me deixa sem fôlego.

Dói-me o peito
Dói-me a alma.
Dói-me saber que não me ouves.