domingo, 25 de junho de 2006

Humanidade


Dá que pensar, não?

segunda-feira, 19 de junho de 2006

O submarino


Submarino é a história de um casal moderno (vivido por Miguel Falabella e Teresa Guilherme) e as suas dificuldades no relacionamento. Usando e abusando do humor, os autores traçam um quadro divertido, emocionante e mordaz sobre a impossibilidade de se manter um casamento ou de se viver sozinho numa grande cidade, neste novo milénio.
Esta comédia romântica é uma viagem pela vida, pelas diferentes crises da idade e paralelamente as crises que se vão vivendo numa relação a dois. César é corretor da bolsa de valores e Rita, uma bibliotecária. O casamento deles atravessa inevitáveis altos e baixos e eles contabilizam as próprias separações e os eternos reencontros. "O casamento é igual a um submarino. Até bóia, mas foi feito para afundar", diz Rita numa das cenas, sintetizando o humor e o espírito da comédia romântica que reúne os dois actores.
São as farpas e as ironias sobre o casamento nos dias de hoje.

Fui ver np sábado e adorei! Palmas para os dois.
Não posso deixar de partilhar convosco que a personagem de Falabella é o máximo, acreditem que é de ir às lágrimas.
Mais uma peça que vos aconselho a ver.

domingo, 11 de junho de 2006

É assim a vida!



Fico espantada quando vejo que não sou a única…
Não estou só quando sinto falta de carinho de conforto… andamos todos tristes, por uma ou outra coisa…por que nos falta algo, porque andamos cansados de tentar remar contra a maré e atingir os nossos objectivos.
No fundo andamos todos ao mesmo, sentimo-nos incompreendidos, solitários…às vezes até abandonados, mesmo depois de ouvir aqueles típicos discursos de que a vida é bela e que há sempre alguém em pior situação do que nós. É uma realidade que não desconhecemos, no entanto, algo nos puxa para baixo… e não nos deixa ser inteiramente feliz.

Estou de férias e não tenho feito outra coisa senão reflectir. Penso a mil à hora e nesta paz, que é o campo, as ideias arrumam-se na minha cabeça, de uma forma organizada e parece que vejo no fim do túnel uma luz. Sei que é uma luz temporária… não sei se também acontece convosco, mas quando estamos longe de tudo e de todos, achamos que no nosso regresso à urbe tudo será diferente, vamos ser mais fortes, mais determinados, vamos fazer valer os nossos direitos… vamos levar uma vida mais saudável a todos os níveis, físico e mental, vamos aproveitar cada segundo como se fosse o último. Isto é pura Utopia.
Eu vou voltar e passadas as primeiras 24 horas já estarei de rastos com o stress, com a azáfama da cidade, com as intrigas profissionais e com o eterno desgosto amoroso. Isto é um ciclo vicioso e nada mais me resta senão aguardar as minhas próximas férias…

Não tarda vou fazer 30 anos…
Não me assusta a idade, nem as rugas, para mim idade é sabedoria, mas não consigo deixar de pensar que vou chegar aos trinta sem conseguir realizar um terço dos meus objectivos. É isto que me consome, que me aflige…
Mas uma coisa posso garantir, não vou cruzar os braços, não vou baixar a cabeça, quanto mais velha, mais teimosa e por isso mesmo por mais cabeçadas que dê mais gana terei para seguir em frente, lamento-me sim nestas folhas perdidas mas no fundo encontrarei sempre forças para ser, enfim… feliz!!!

Não posso deixar de dizer que existe alguém que me dá imensa força e que me trás felicidade todos os dias… a minha filha, Beatriz! É uma menina linda que fez este mês 6 anos e é a minha melhor obra, ela têm tudo de bom que há em mim e é uma criança muito especial, vale a pena tentar, mais que não seja por ela.

domingo, 4 de junho de 2006

O meu é o prédio amarelo!


Estes são aqueles domingos típicos que eu adoro. A família está toda na cozinha em volta dos petiscos. Cada um dedica-se ao que faz de melhor… he he eu estou a fazer sangria! O almoço será carne de porco à alentejana com umas amêijoas enormes e suculentas… as entradas de queijo e carnes frias…shlep shlep, é de crescer água na boca.
Uns bebem moscatel e outros martini, sempre bem gelados afogando o limão… hum… e que bem que isto escorrega.
A música que se ouve é uma mistura de rituais africanos e asiáticos. O dia está bem animado. Acho que hoje vai ser impossível não descansar um pouco de tarde, vamo-nos render à tão rara sesta no gigantesco sofá da sala enquanto se aprecia uma série ou um bom filme e o fresco entra de quando em quando pela janela, que aberta nos mostra o castelo imponente, protegendo a cidade.
Estou exausta de tanto convívio.
Viva o verão, viva a família… quem precisa de milhões se este tipo de felicidade custa tão pouco?

( nota: devo dizer que a sangria tomou conta de mim, poderá assim este texto estar um pouco...ic...ic... regado!)